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Soluções

Operar atendimento em vários países lusófonos

Duas dificuldades de quem tem operações dispersas.

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Um grupo com operações em Portugal, no Brasil e nos PALOP enfrenta regimes que divergem e mercados sem oferta de conformidade.

Não existe registo de quem opera

A dor

Nenhum dos mercados lusófonos dispõe de directório público das entidades que operam atendimento, o que dificulta tanto a contratação como o benchmarking.

A resposta

Directório organizado por natureza da operação e por sector, comum ao espaço lusófono, com inscrição gratuita e revogável.

Necessidade de transformação

De ausência total de registo para consulta estruturada.

Serviço correspondente: Inscrição no Directório do Sector

Os regimes divergem e não há quem os articule

A dor

O Brasil impõe gravação obrigatória; Portugal revogou-a; Moçambique regula apenas as comunicações; Angola e Cabo Verde não regulam o atendimento. Nenhuma fonte cobre o conjunto.

A resposta

Referencial comparado e procedimento único construído sobre o regime mais exigente de entre os aplicáveis, com anotação das divergências por jurisdição.

Necessidade de transformação

De procedimentos incoerentes por país para um procedimento único defensável em todos.

Serviço correspondente: Referencial Comparado Portugal-Brasil

Identificar a sua dor dominante

A primeira conversa serve para determinar qual destas dores é a que custa mais dinheiro na sua organização.